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Quem Matou O Meu Pai

Obra que é, simultaneamente, o gesto que procura o perdão e o grito de denúncia de um fosso social que devora a França.

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Caraterísticas

Chancela

Autor(a) Édouard Louis

ISBN 9789896688684

Data de publicação Junho de 2020

Edição atual 1.ª

Páginas 222

Apresentação Capa dura

Dimensões 150x222x10mm

Género Ficção, Literatura

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«Édouard Louis está na vanguarda da nova geração de escritores políticos franceses.» — Evening Standard

«Já não podes conduzir, já não te é permitido beber álcool, já não podes tomar banho ou ir trabalhar sem correres riscos enormes. Tens pouco mais de 50 anos. Pertences àquela categoria de seres humanos a quem a política reserva uma morte precoce.»

Com voz apaixonada e urgente, Édouard Louis relata o retorno à sua cidade natal e à casa paterna, um local «feio e cinzento» numa das regiões mais pobres de França. É um regresso a uma infância dolorosa, assombrada pela presença de um pai expressão da virilidade mantida pela violência, e pela vergonha de um filho diferente, grácil, efeminado e inteligente; mas, ao mesmo tempo, também a tentativa de uma reconciliação com esse passado e com essa figura paterna, agora fisicamente diminuída, frágil e desamparada, exposta.

Relato comovente do reencontro possível entre pai e filho, a fazer lembrar a Carta ao Pai de Kafka, Quem Matou o Meu Pai é, simultaneamente, o gesto que procura o perdão e o grito de denúncia de um fosso social que devora a França há décadas, com o dedo apontado aos protagonistas desse poder político, dessa casta privilegiada, verdadeira responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais baixas de uma sociedade cada vez mais dividida.

«Uma história esmagadora de reconciliação, perdão e conquista da ternura.» — Télérama

 

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